domingo, 10 de abril de 2011

Piece

- Diga que quer achar respostas para indagações que não sabe nem se responder para que viva ao meu lado sem dúvidas ou respostas incompletas!
- Faça com ações o que quer demonstrar com palavras!
- DIGA QUE QUER VIVER E NÃO MAIS MORRER AOS POUCOS POR DENTRO!!!!


Messages of Luffy to Ennies Lobby and to the real world...

sábado, 9 de abril de 2011

BSB

Nunca desejei tanto ser de Brasília... Daria pra ver uma pessoa em especial todo final de semana.


Ops...


Ou ser de goiania...


Lalalalala

Rain

Está chovendo aqui, desde madrugada. Desde ontem. Os raios caem e rasgam os céus, os relâmpagos clareiam a noite e os trovões assustam as crianças mais leigas... Mas sabe o que acontece comigo? Eu me molho na varanda enquanto me apoio na madeira que estala quando a água bate. O verniz vai embora conforme as gotas de água gelada vão caindo e escorrendo pelo piso.

O cabelo, apesar de ligeiramente pequeno e desfiado, vai esvoaçando conforme o vento rápido e gélido chega e o corpo vai ficando gelado e mais gelado e os olhos ficam fechados e...

Não me sinto mais muito bem... Preciso de um antitérmico, as suas mãos... Preciso de um analgésico mas nem o paracetamol irá ajudar. Seus lábios... Seu corpo... Minhas mãos nas suas costas brancas e com os poucos pêlos que possui, arrepiados...


Ou tudo isso aconteceu ou eu não sei como acordei ligeiramente molhado e gelado na minha cama, com o cabelo também ligeiramente molhado. A água não estava salgada... Será que não foi o suor mesmo?

Será que os sonhos que eu agora não consigo muito bem descrever fizeram isso tudo ou será que eles que me fizeram levantar, abrir a varanda e seguir para aquela chuva e para o além onde só consigo imaginar você?


Aliais... Estou indo denovo experimentar de uma sensação ao mesmo tempo estranha e gelada de tempestade que me faz pensar melhor sobre tudo e que as vezes me conforta... Até logo mais...


Minha e somente minha ruiva... P.

[...] E...







A... mor...

segunda-feira, 4 de abril de 2011

And If...

Enquanto pessoas que não merecem viajar estão dentro de um avião agora... Estamos aqui, tão perto e ao mesmo tempo tão longe. Sinto que as vezes posso te tocar e ultrapassar uma simples tela de cristal líquido, mas ao mesmo tempo que sinto isso, sinto que meus dedos são contidos pela mesma coisa que me faz pensar que posso te tocar. Irônico, não?

É pedir muito te ver algumas vezes no ano enquanto você não vem?

É pedir muito passar mais um feriado onde eu poderia estar sorrindo ao invés de me sentir vazio e apenas ouvindo sua voz por um telefone?

É pedir muito que nos apoiem por mais louca que seja toda nossa história?


E se...
E se...

[...]


Ass,

Marcelo Augusto, o frio.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Coolness

A noite gélida que surge.
A garoa que cai rasgando o silêncio.
A ventania rangente,
Que leva todas as folhas embora,
Os estrondos do trovão.
As trevas que tudo consome.

Sentado na frente de algum lugar,
Tocando uma singela melodia,
Dando leves goles,
Pensando em tudo que podia.



P.s: Sim, quando tiver mais inspiração, postarei.

quinta-feira, 31 de março de 2011

The illusion and the truth. The truth and the future. Infinity and beyond!

Sentado em frente a um piano. Um copo de uísque de um lado, a frieza do outro. Melodias sendo tocadas.

- O que é felicidade para você e o que espera para o futuro?

Ao passo que os dedos encontravam a harmonia perfeita para tocar, o gelo ia derretendo dentro do copo e a bebida ia sumindo com o passar dos minutos. Virou-se e por fim, começou a falar para a platéia que se chamava sociedade, sujeita estranha por sinal, poderia dizer...

- Depende. Quer a ilusão ou a verdade?

- Depende também. Qual resposta quer me dar? Quer que eu me iluda com você ou quer que eu realmente comece a pensar como alguém?

- Devo admitir que seria bem mais vantajoso para minha pessoa que você continuasse a beber seu uísque, se divertisse e aproveitasse minha política de pão e circo enquanto todos seguem o que eu digo, mas você aparenta ser diferente. O jeito é tão gélido que até mesmo minha espinha arrepie.

- lisonjeiro vindo da sua parte, devo ressaltar.

- Viver na futilidade, nunca parecer sério ou defender algum ideal que vá contra todos só para não parecer careta, estar sempre com várias roupas da moda, ir a boates à noite, acelerar um carro esporte, levar a namorada sempre aos melhores lugares para mostrar o que você tem.

- Ilusão, correto?

- Como você sabia?

- É fácil. Isso não é aproveitar a juventude e muito menos a vida.

- Então...

- Isso não é se deixar levar pelos outros, não controlar a própria vida e perder tempo?

- ...

- Acho que se essa é a sua ilusão, eu posso muito bem mostrar-lhe a real felicidade.

- Não, você não pode.

- Tem razão... Eu não posso mostrar a felicidade.

- Eu sabia, você é como os outros

- Eu posso mostrar a minha felicidade.

- Vê essa foto?

- Quem é essa?

- A minha felicidade... Se não se importa, já vou indo... Sociedade...

- Mas, espere... Ainda não terminamos nossa conversa

- Já terminamos. Terminamos ela antes mesmo de iniciarmos.

- Acha que realmente pode ser feliz? está indo contra tudo e contra todos. Contra religião, contra todas as normas que eu estou impondo para todos! Todos dançam a minha música!

- Não fique tão abalada. Aliais, existem sim algumas pessoas diferentes e eu encontrei a minha. Vê aquela garota?

- Sim, é a mesma da foto... Está brincando comigo, insolente?

- Calma... Se está vendo é um bom sinal, não precisa de um oftalmologista... Mas por que não está pronta para aceitar que por mais dificuldades que imponha para mim e para ela, iremos nos safar e sermos felizes? Aceite... You lost!